Resumo rápido
A Argentina cabe em várias viagens: Buenos Aires e o vinho de Mendoza para 5–7 dias; Bariloche e a Patagônia Austral para quem quer montanha; o Noroeste (Salta e Jujuy) para deserto e cultura andina; Iguaçu para emendar com o Brasil. Preços mudam rápido com o câmbio — pague com cartão internacional (cotação MEP) e evite trocar dinheiro na rua.
- Melhor época
- março a maio e setembro a novembro
- Documento (brasileiros)
- Brasileiros entram com RG (em bom estado, emitido há menos de 10 anos) ou passaporte. Sem visto.
- Moeda
- Peso argentino (ARS)
- Custo por dia
- R$ 180 a R$ 650
- Voo do Brasil
- R$ 900–1.800 ida e volta ao Buenos Aires em baixa temporada; R$ 1.500–2.800 em julho e dezembro–janeiro. Trechos internos R$ 250–1.100 cada.
- Porta de entrada
- Buenos Aires
Atualizado em 25 de outubro de 2026. Preços com fonte e data; fontes oficiais no fim da página.
Regiões (32)
Escolha por onde passar: cada região tem melhor época, quantos dias ficar e quanto custa por dia.
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Buenos Aires e região
Tango, parrilla, bairros com alma e o Delta a uma hora de trem
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Cataratas do Iguaçu
A Garganta do Diabo pelo lado argentino, com passarelas dentro da selva
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Mendoza e os vinhos
Malbec aos pés dos Andes, almoços em bodega e o Aconcágua no horizonte
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Bariloche e os 7 Lagos
Lagos azuis, chocolate, cerveja artesanal e a estrada mais bonita do país
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El Calafate e El Chaltén
O glaciar Perito Moreno e as trilhas do Fitz Roy, capital do trekking
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Ushuaia, o Fim do Mundo
Canal Beagle, pinguins, centolla e o parque nacional mais austral do planeta
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Salta e Jujuy
Cerros de 7 e 14 cores, salinas, empanadas e peñas folclóricas
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Península Valdés
Baleias-francas a metros da praia, pinguins, orcas e lobos-marinhos
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Córdoba e as Sierras
Vilas alpinas, rios de água transparente e o legado jesuítico
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Esteros del Iberá
O Pantanal argentino: jacarés, capivaras e veados-dos-pântanos a um braço de distância
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San Rafael, Las Leñas e Malargüe
O cânion do Atuel, o melhor esqui do país e o campo de vulcões da Payunia
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Esquel, Los Alerces e El Bolsón
A Patagônia sem multidão: alerces milenares, La Trochita, galeses e a Comarca Andina
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Talampaya e Valle de la Luna
Cânions vermelhos e o deserto dos dinossauros mais antigos do mundo
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Costa Atlântica: Mar del Plata, Pinamar e Cariló
Praias largas, bosques na areia, surf e a temporada de verão portenha
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Rosario e o Litoral das termas
Praias de rio no Paraná, termas de Entre Ríos e as palmeiras de El Palmar
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Tandil e Sierra de la Ventana
As serras mais antigas do continente a 4 h de Buenos Aires: queijos, trilhas e a Piedra Movediza
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Neuquén: Pehuenia, Caviahue e a rota dos dinossauros
Araucárias milenares, termas num vulcão ativo e o maior carnívoro que já existiu
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Tucumán, Tafí del Valle e Quilmes
A casa da Independência, as yungas e o vale onde a cordilheira vira Calchaquí
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Costa de Santa Cruz: Puerto Deseado e Monte León
Pinguins-de-penacho-amarelo, a ria de Darwin, o bosque petrificado e a costa que ninguém visita
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Catamarca: Fiambalá, dunas e vulcões
Termas no deserto, as maiores dunas da América, o Ojos del Salado e a Puna de pedra-pomes
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San Juan: vinhos, céu e a Ruta 150
Bodegas do Valle de Tulum e do Pedernal, observatório astronômico e lagos de vento na Cordilheira
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San Luis: serras, lagos e a Quijadas
Potrero de los Funes, La Carolina de ouro e o canyon de arenito da Sierra de las Quijadas
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La Pampa: Parque Luro e Lihué Calel
O Parque Luro de caça de 1900, a serra de Lihué Calel e a Pampa seca de céu aberto
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Santiago del Estero: Termas de Río Hondo
Termas a 40 °C, o autódromo do MotoGP e a cidade mais antiga do país
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Chaco e Formosa: o Impenetrable
Esculturas de Resistencia, o meteorito de Campo del Cielo, o Pilcomayo e a mata do Gran Chaco
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Corrientes: carnaval, chamamé e dourado
A costanera do Paraná, o Iberá norte, Yapeyú e a pesca do dourado
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Entre Ríos: carnaval, termas e Pre-Delta
Gualeguaychú, Concordia, o Palacio San José e as ilhas do Paraná
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Misiones interior: Posadas, missões e selva
Costanera de Posadas, ruínas jesuíticas, a Ruta de la Yerba e os saltos da selva paranaense
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Río Negro: Alto Valle, Viedma e Patagones
Chacras de maçã e pera, bodegas de clima frio, o Faro de Río Negro e a Patagônia histórica de Carmen de…
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Chubut central: Comodoro, Sarmiento e Camarones
Rada Tilly, o Bosque Petrificado de Sarmiento, os lagos Musters e Colhué Huapi e os pinguins de Cabo dos…
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Santa Cruz interior: Cueva de las Manos e Ruta 40
Cabo Vírgenes, os pinguins do fim do continente, a Cueva de las Manos (Unesco) e as cerejas de Los Antiguos
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Terra do Fogo norte: Río Grande, Tolhuin e Fagnano
A pesca de truta marinha mais famosa do mundo, a padaria de Tolhuin e o lago Fagnano
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Passeios imperdíveis
Feira de San Telmo
CulturaBuenos Aires e regiãoAos domingos a Defensa vira um quilômetro de antiguidades, artesanato, tango de rua e o Mercado de San Telmo com suas parrillas de balcão.
ARS 11.500 estimativa (ingresso + transporte, por pessoa) ·
Cemitério da Recoleta e Bellas Artes
HistóriaBuenos Aires e regiãoA cidade de mausoléus onde está Evita, a igreja do Pilar e, do outro lado da praça, o Museu de Bellas Artes gratuito.
ARS 24.030 cemitério, turistas estrangeiros (ago/2026); Bellas Artes grátis · conferido em 16/09/2026 · buenosaires.gob.ar (2026)
Parrilla clássica
GastronomiaBuenos Aires e regiãoBife de chorizo, provoleta, molejas e um Malbec: a experiência que define Buenos Aires. Don Julio, La Cabrera e El Pobre Luis são as referências.
ARS 53.000 estimativa (ingresso + transporte, por pessoa) ·
Parque Nacional Iguazú (lado argentino)
NaturezaCataratas do IguaçuCircuito Superior, Inferior e o trem até a Garganta do Diabo: você caminha sobre as quedas, com a água caindo a metros dos pés.
ARS 60.000 ingresso estrangeiros; 2º dia consecutivo com 50% de desconto · conferido em 16/09/2026 · Administración de Parques Nacionales — argentina.gob.ar/parquesnacionales (tarifas 2026)
Bodegas de Luján de Cuyo
VinhosMendoza e os vinhosO berço do Malbec: Catena Zapata, Achával Ferrer e Norton, com almoço de cinco tempos harmonizado no meio dos vinhedos.
ARS 123.000 estimativa (ingresso + transporte, por pessoa) ·
Navegação na Laguna Iberá
NaturezaEsteros del IberáLancha silenciosa entre ilhas flutuantes com jacarés, capivaras, veados-dos-pântanos e mais de 300 aves a poucos metros.
ARS 58.000 estimativa (ingresso + transporte, por pessoa) ·
Cafayate e a Quebrada de las Conchas
VinhosSalta e JujuyA estrada mais cênica do norte, com a Garganta del Diablo e o Anfiteatro de pedra vermelha, chegando aos vinhedos de Torrontés a 1.700 m.
ARS 43.470 excursão de dia desde Salta, Cafayate + Quebrada de las Conchas (agência; outras cobram até ARS 54.500) · conferido em 19/10/2026 · excursionessalta.com / dexotic.com
Purmamarca e o Cerro de los Siete Colores
NaturezaSalta e JujuyA vila de adobe aos pés do morro de sete cores, com feira de artesanato andino na praça e o Paseo de los Colorados.
ARS 11.500 estimativa (ingresso + transporte, por pessoa) ·
Humahuaca e a Serranía del Hornocal
NaturezaSalta e JujuyO Cerro de 14 Cores, a 4.350 m, uma muralha de picos triangulares coloridos; abaixo, a vila de Humahuaca e seu monumento à Independência.
ARS 100.000 Humahuaca + Hornocal desde Jujuy (agência) · conferido em 19/10/2026 · turismolaquebrada.com.ar
Circuito Chico e Cerro Campanario
NaturezaBariloche e os 7 Lagos60 km de lagos e florestas ao redor do Nahuel Huapi, com o hotel Llao Llao, a Bahía López e a cadeirinha do Campanario — eleita uma das melhores vistas do mundo.
ARS 18.000 aerosilla do Cerro Campanario, adulto; ônibus linha 20 à parte · conferido em 16/09/2026 · bariloche.org / naturaltravelturismo.com (2026)
Ruta de los 7 Lagos até San Martín de los Andes
PasseioBariloche e os 7 Lagos110 km de estrada entre Villa La Angostura e San Martín, com sete lagos de cores diferentes, mirantes e cachoeiras a cada curva.
ARS 35.000 ingresso PN Lanín/Nahuel Huapi quando entra nos parques; a estrada é livre · conferido em 16/09/2026 · Administración de Parques Nacionales — argentina.gob.ar/parquesnacionales (tarifas 2026)
Glaciar Perito Moreno
NaturezaEl Calafate e El ChalténPassarelas diante de uma parede de gelo de 70 m e 5 km de largura que desmorona em blocos do tamanho de prédios.
ARS 50.000 ingresso PN Los Glaciares, estrangeiros (vigente desde 1/jun/2026) · conferido em 16/09/2026 · Administración de Parques Nacionales — argentina.gob.ar/parquesnacionales (tarifas 2026)
Quando ir
Outono (mar–mai) e primavera (set–nov) têm clima bom no país inteiro e preços fora do pico: Buenos Aires e Mendoza agradáveis, Patagônia ainda aberta em outubro/novembro e março/abril com cores de outono. Verão (dez–fev) é a única época plena para El Chaltén e Ushuaia, mas é alta temporada e Buenos Aires ferve. Inverno (jun–ago) é neve em Bariloche e o melhor do Noroeste (seco).
Evite: Janeiro na Patagônia lota e triplica hospedagem; junho–agosto em El Chaltén tem trilhas fechadas e voos escassos.
Documentos e entrada
Brasileiros entram com RG (em bom estado, emitido há menos de 10 anos) ou passaporte. Sem visto.
Até 90 dias como turista.
Seguro-viagem não é obrigatório, mas é indispensável na Patagônia (resgate em montanha é caro). Menores de 18 viajando sem os dois pais precisam de autorização com firma reconhecida.
Dinheiro e câmbio
- Cartão de débito/crédito internacional (Wise, Nomad, cartões brasileiros) aplica a cotação MEP, próxima do "dólar blue" — é o jeito mais simples e seguro.
- Para dinheiro vivo, Western Union paga cotação boa; leve reais ou dólares só para emergência.
- Muitos lugares dão 10–20% de desconto para pagamento em dinheiro ("efectivo") — pergunte antes.
- Pesos sobram e não valem fora do país: gaste tudo antes de sair.
- Gorjeta de 10% em restaurantes, em dinheiro, é a norma ("propina" não entra na maquininha).
Como economizar
- Hostel R$ 60–120, hotel médio R$ 250–400, cabana/boutique R$ 500+. Patagônia custa 30–50% mais que o resto.
- Ônibus-cama noturno substitui uma diária de hotel e um voo em trechos como BA–Mendoza, BA–Iguaçu, BA–Córdoba.
- Parrilla completa com vinho custa R$ 120–200 por pessoa; "menú del día" no almoço R$ 40–70.
- Ingressos de parques nacionais são cobrados por dia e em pesos: Perito Moreno e Iguazú são os mais caros (R$ 190–220).
- Sem taxa de saída; compras acima de US$ 500 pagam imposto na volta ao Brasil — vinho tem limite de 12 litros por adulto.
Segurança
País seguro para turismo, com atenção redobrada em Buenos Aires (La Boca fora do circuito, Retiro/Constitución à noite, celular na mão no trânsito). Golpes comuns: "arbolitos" oferecendo câmbio, táxi sem taxímetro no aeroporto, agências vendendo guia obrigatório em El Chaltén (não é). Patagônia e Noroeste têm criminalidade baixíssima — o risco lá é o clima e a altitude.
Perguntas frequentes
Argentina: qual a melhor época para ir?
De março a maio e setembro a novembro. Outono (mar–mai) e primavera (set–nov) têm clima bom no país inteiro e preços fora do pico: Buenos Aires e Mendoza agradáveis, Patagônia ainda aberta em outubro/novembro e março/abril com cores de outono. Verão (dez–fev) é a única época plena para El Chaltén e Ushuaia, mas é alta temporada e Buenos Aires ferve. Inverno (jun–ago) é neve em Bariloche e o melhor do Noroeste (seco). Evite: Janeiro na Patagônia lota e triplica hospedagem; junho–agosto em El Chaltén tem trilhas fechadas e voos escassos.
Argentina: brasileiro precisa de passaporte ou visto?
Brasileiros entram com RG (em bom estado, emitido há menos de 10 anos) ou passaporte. Sem visto. Até 90 dias como turista. Seguro-viagem não é obrigatório, mas é indispensável na Patagônia (resgate em montanha é caro). Menores de 18 viajando sem os dois pais precisam de autorização com firma reconhecida.
Argentina: quanto custa viajar por dia?
Por pessoa, por dia: cerca de R$ 180 no estilo mochileiro, R$ 330 no médio e R$ 650 com conforto (hospedagem, comida, transporte e passeios). Hostel R$ 60–120, hotel médio R$ 250–400, cabana/boutique R$ 500+. Patagônia custa 30–50% mais que o resto.
Argentina: qual é a moeda e como levar dinheiro?
Peso argentino (ARS). Cartão de débito/crédito internacional (Wise, Nomad, cartões brasileiros) aplica a cotação MEP, próxima do "dólar blue" — é o jeito mais simples e seguro. Para dinheiro vivo, Western Union paga cotação boa; leve reais ou dólares só para emergência.
Argentina: como chegar saindo do Brasil?
São Paulo, Rio, Brasília, Porto Alegre, Curitiba e Florianópolis têm voo direto para Buenos Aires (2h50–3h20) por LATAM, Aerolíneas Argentinas e Gol. Para o interior, conexão em Aeroparque ou Ezeiza. Passagem média: R$ 900–1.800 ida e volta ao Buenos Aires em baixa temporada; R$ 1.500–2.800 em julho e dezembro–janeiro. Trechos internos R$ 250–1.100 cada.. Internacional: 2–4 meses antes (promoções da LATAM/Gol para EZE são frequentes às terças e quartas). Domésticos da Aerolíneas: 2–3 meses antes para Patagônia; Flybondi e JetSMART lançam tarifas baixas com 1–2 meses, mas cobram bagagem despachada.
Argentina: é seguro viajar?
País seguro para turismo, com atenção redobrada em Buenos Aires (La Boca fora do circuito, Retiro/Constitución à noite, celular na mão no trânsito). Golpes comuns: "arbolitos" oferecendo câmbio, táxi sem taxímetro no aeroporto, agências vendendo guia obrigatório em El Chaltén (não é). Patagônia e Noroeste têm criminalidade baixíssima — o risco lá é o clima e a altitude.
Argentina: quais regiões visitar?
Buenos Aires e região (5 dias), Cataratas do Iguaçu (3 dias), Mendoza e os vinhos (4 dias), Bariloche e os 7 Lagos (6 dias), El Calafate e El Chaltén (7 dias), Ushuaia, o Fim do Mundo (4 dias), Salta e Jujuy (6 dias), Península Valdés (3 dias). A Argentina cabe em várias viagens: Buenos Aires e o vinho de Mendoza para 5–7 dias; Bariloche e a Patagônia Austral para quem quer montanha; o Noroeste (Salta e Jujuy) para deserto e cultura andina; Iguaçu para emendar com o Brasil. Preços mudam rápido com o câmbio — pague com cartão…
Fontes oficiais
- Portal Consular do Itamaraty — regras para brasileiros (nacional)
- Visit Argentina (Instituto Nacional de Promoción Turística) (nacional)
- Parques Nacionales (ingressos e trilhas) (nacional)
- Turismo Buenos Aires (regional)
- Turismo Salta (regional)
- Turismo Jujuy (regional)
- Mendoza Turismo (regional)
- Bariloche Turismo (regional)
- El Calafate Turismo (regional)
- Turismo Ushuaia (regional)
- Córdoba Turismo (regional)
- Misiones Turismo (Iguazú) (regional)
- Puerto Madryn Turismo (regional)
Lista de lançamento
Vai para Argentina? Leve o guia no bolso.
No app você monta a viagem por Argentina região por região, salva offline, divide os gastos com o grupo e carimba cada lugar no passaporte.
Quem está na lista recebe o aviso primeiro e o preço de lançamento dos planos.