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Resumo rápido

A Bolívia costuma entrar como parte de um circuito: Uyuni (3 dias) emendado com o Atacama ou com Cusco via Titicaca. La Paz vale 2 dias (teleféricos, Valle de la Luna, Estrada da Morte de bike); Sucre e Potosí, 2–3. Aclimatação é obrigatória — quase tudo fica acima de 3.500 m.

Melhor época
maio a outubro
Documento (brasileiros)
RG ou passaporte; sem visto para brasileiros.
Moeda
Boliviano (BOB)
Custo por dia
R$ 110 a R$ 450
Voo do Brasil
R$ 1.400–2.600 ida e volta a Santa Cruz/La Paz; La Paz–Uyuni R$ 250–500.
Porta de entrada
La Paz

Atualizado em 25 de outubro de 2026. Preços com fonte e data; fontes oficiais no fim da página.

Regiões (13)

Escolha por onde passar: cada região tem melhor época, quantos dias ficar e quanto custa por dia.

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Passeios imperdíveis

Quando ir

Seca (mai–out): céu limpo em Uyuni e estradas abertas; o "espelho" do salar acontece na chuva (jan–mar), mas o tour fica restrito à borda. Abril e novembro são transição — chance de espelho e céu.

Evite: Janeiro–fevereiro: alagamentos fecham parte do circuito de Uyuni e a Estrada da Morte fica perigosa.

Documentos e entrada

RG ou passaporte; sem visto para brasileiros.

Até 90 dias por ano (em períodos de 30 dias renováveis na Migración).

Vacina de febre amarela é exigida para a Amazônia boliviana e pode ser pedida na fronteira — leve o certificado internacional.

Dinheiro e câmbio

  • Dinheiro manda: muitos tours e hostels não aceitam cartão. Dólar em espécie é a melhor moeda para trocar (câmbio paralelo é comum, mas prefira casas de câmbio).
  • Caixas eletrônicos falham fora de La Paz e Santa Cruz — saque na capital.
  • Tours de Uyuni são cobrados em bolivianos ou dólares; o preço inclui comida e hospedagem básica.

Como economizar

  • Tour de 3 dias em Uyuni: R$ 700–1.000 (grupo de 6 em 4x4, refeições e hospedagem básica incluídas); privado R$ 2.500+.
  • Hostel R$ 40–80; hotel médio R$ 150–250; refeição de rua R$ 10–20.
  • Teleférico de La Paz custa R$ 3 por linha — é transporte, não atração paga.
  • Ônibus noturno La Paz–Uyuni (R$ 60–120) economiza o voo e uma diária.

Segurança

Cuidado com falsos policiais e táxis "express" em La Paz — use rádio-táxi ou app. Nas estradas, escolha empresas de ônibus e 4x4 com boas avaliações (acidentes no salar por motoristas cansados são o maior risco). Bloqueios de estrada por protestos são frequentes: tenha folga no roteiro.

Perguntas frequentes

Bolívia: qual a melhor época para ir?

De maio a outubro. Seca (mai–out): céu limpo em Uyuni e estradas abertas; o "espelho" do salar acontece na chuva (jan–mar), mas o tour fica restrito à borda. Abril e novembro são transição — chance de espelho e céu. Evite: Janeiro–fevereiro: alagamentos fecham parte do circuito de Uyuni e a Estrada da Morte fica perigosa.

Bolívia: brasileiro precisa de passaporte ou visto?

RG ou passaporte; sem visto para brasileiros. Até 90 dias por ano (em períodos de 30 dias renováveis na Migración). Vacina de febre amarela é exigida para a Amazônia boliviana e pode ser pedida na fronteira — leve o certificado internacional.

Bolívia: quanto custa viajar por dia?

Por pessoa, por dia: cerca de R$ 110 no estilo mochileiro, R$ 220 no médio e R$ 450 com conforto (hospedagem, comida, transporte e passeios). Tour de 3 dias em Uyuni: R$ 700–1.000 (grupo de 6 em 4x4, refeições e hospedagem básica incluídas); privado R$ 2.500+.

Bolívia: qual é a moeda e como levar dinheiro?

Boliviano (BOB). Dinheiro manda: muitos tours e hostels não aceitam cartão. Dólar em espécie é a melhor moeda para trocar (câmbio paralelo é comum, mas prefira casas de câmbio). Caixas eletrônicos falham fora de La Paz e Santa Cruz — saque na capital.

Bolívia: como chegar saindo do Brasil?

Gol/LATAM para Santa Cruz via conexões; BoA (Boliviana de Aviación) tem voos de São Paulo a Santa Cruz e Cochabamba. Sem direto para La Paz. Passagem média: R$ 1.400–2.600 ida e volta a Santa Cruz/La Paz; La Paz–Uyuni R$ 250–500.. 2–3 meses antes; BoA vende só pelo site e é a mais barata para o interior.

Bolívia: é seguro viajar?

Cuidado com falsos policiais e táxis "express" em La Paz — use rádio-táxi ou app. Nas estradas, escolha empresas de ônibus e 4x4 com boas avaliações (acidentes no salar por motoristas cansados são o maior risco). Bloqueios de estrada por protestos são frequentes: tenha folga no roteiro.

Bolívia: quais regiões visitar?

La Paz (3 dias), Salar de Uyuni e Sud Lípez (4 dias), Sucre e Potosí (3 dias), Copacabana e Isla del Sol (3 dias), Santa Cruz e Missões Jesuíticas (3 dias), Rurrenabaque: Madidi e as Pampas (5 dias), Cochabamba e Torotoro (4 dias), Tarija: vinhos de altitude e singani (4 dias). A Bolívia costuma entrar como parte de um circuito: Uyuni (3 dias) emendado com o Atacama ou com Cusco via Titicaca. La Paz vale 2 dias (teleféricos, Valle de la Luna, Estrada da Morte de bike); Sucre e Potosí, 2–3. Aclimatação é obrigatória — quase tudo fica acima de 3.500 m.

Fontes oficiais

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