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Resumo rápido

A viagem clássica é Roma (4 dias) + Florença/Toscana (3) + Veneza (2), por trem de alta velocidade (Frecciarossa e Italo): são 10 a 12 dias. Quem tem mais tempo soma Amalfi e Nápoles, as Dolomitas, a Puglia ou a Sicília; as ilhas e o sul pedem carro ou voo.

Melhor época
abril a junho e setembro a outubro
Documento (brasileiros)
Passaporte válido (brasileiros não precisam de visto para turismo até 90 dias). O ETIAS (autorização eletrônica de €…
Moeda
Euro (EUR)
Custo por dia
R$ 400 a R$ 1.800
Voo do Brasil
R$ 4.200–8.000 ida e volta; internos Roma–Catânia–Cagliari R$ 150–600.
Porta de entrada
Roma

Atualizado em 25 de outubro de 2026. Preços com fonte e data; fontes oficiais no fim da página.

Regiões (17)

Escolha por onde passar: cada região tem melhor época, quantos dias ficar e quanto custa por dia.

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Passeios imperdíveis

Quando ir

Abril–junho e setembro–outubro têm 18–27 °C, jardins floridos ou colheita e menos fila. Costa e ilhas são melhores de junho a setembro; Dolomitas de junho a setembro para trilhas e de dezembro a março para esqui.

Evite: Agosto (Ferragosto, dia 15) fecha comércios e lota praias; Roma, Florença e Veneza sufocam em julho. Novembro a março é úmido, com acqua alta em Veneza.

Documentos e entrada

Passaporte válido (brasileiros não precisam de visto para turismo até 90 dias). O ETIAS (autorização eletrônica de € 20 para isentos de visto) foi adiado: ainda não está em vigor e o lançamento mais provável é em 2027; confirme em travel-europe.europa.eu/etias antes de viajar. O sistema de entrada e saída (EES) registra digital e foto na chegada. A imigração pode pedir reserva de hotel, passagem de volta e comprovação de recursos.

Até 90 dias a cada 180 no espaço Schengen (conta todos os países juntos).

Cidadãos brasileiros com cidadania italiana (muitos descendentes) entram como italianos e podem pedir "codice fiscale" ao chegar. Seguro-viagem de € 30 mil é exigido em Schengen.

Dinheiro e câmbio

  • Cartão é aceito na maioria dos lugares, mas leve algum dinheiro para trattorie pequenas, mercados e gelaterias.
  • Gorjeta não é obrigatória: o "coperto" (€ 1–3 por pessoa) já vem na conta; deixar € 1–2 a mais é gentileza.
  • No balcão do bar, o café custa a metade do preço na mesa: "al banco" é o jeito italiano.
  • Pague no caixa antes de pedir no bar (scontrino) e depois entregue o recibo ao barista.

Como economizar

  • O "menu turistico" perto dos monumentos é caro e fraco: coma a duas ruas de distância, no "pranzo" dos locais.
  • Veneza e Cinque Terre são as mais caras; Bolonha, Puglia e Sicília têm comida e hotel melhores por menos.
  • Trens regionais (Trenitalia Regionale) são baratos e não precisam de reserva; Frecciarossa e Italo exigem lugar marcado.
  • Há taxa de turismo (imposta di soggiorno) de € 2–8 por noite, paga no hotel.

Segurança

Seguro, com furto de carteira e celular em Roma (metrô, Termini, Vaticano), Florença, Nápoles e Milão. Cuidado com falsos "amigos de pulseira" e vendedores de rosas nas praças, com táxis sem taxímetro e com "pegadinhas" de gelato no centro. Em Nápoles e Palermo, tenha atenção nas ruas à noite.

Perguntas frequentes

Itália: qual a melhor época para ir?

De abril a junho e setembro a outubro. Abril–junho e setembro–outubro têm 18–27 °C, jardins floridos ou colheita e menos fila. Costa e ilhas são melhores de junho a setembro; Dolomitas de junho a setembro para trilhas e de dezembro a março para esqui. Evite: Agosto (Ferragosto, dia 15) fecha comércios e lota praias; Roma, Florença e Veneza sufocam em julho. Novembro a março é úmido, com acqua alta em Veneza.

Itália: brasileiro precisa de passaporte ou visto?

Passaporte válido (brasileiros não precisam de visto para turismo até 90 dias). O ETIAS (autorização eletrônica de € 20 para isentos de visto) foi adiado: ainda não está em vigor e o lançamento mais provável é em 2027; confirme em travel-europe.europa.eu/etias antes de viajar. O sistema de entrada e saída (EES) registra digital e foto na chegada. A imigração pode pedir reserva de hotel, passagem de volta e comprovação de recursos. Até 90 dias a cada 180 no espaço Schengen (conta todos os países juntos). Cidadãos brasileiros com cidadania italiana (muitos descendentes) entram como italianos e podem pedir "codice fiscale" ao chegar. Seguro-viagem de € 30 mil é exigido em Schengen.

Itália: quanto custa viajar por dia?

Por pessoa, por dia: cerca de R$ 400 no estilo mochileiro, R$ 850 no médio e R$ 1.800 com conforto (hospedagem, comida, transporte e passeios). O "menu turistico" perto dos monumentos é caro e fraco: coma a duas ruas de distância, no "pranzo" dos locais.

Itália: qual é a moeda e como levar dinheiro?

Euro (EUR). Cartão é aceito na maioria dos lugares, mas leve algum dinheiro para trattorie pequenas, mercados e gelaterias. Gorjeta não é obrigatória: o "coperto" (€ 1–3 por pessoa) já vem na conta; deixar € 1–2 a mais é gentileza.

Itália: como chegar saindo do Brasil?

ITA Airways, LATAM, TAP (via Lisboa), Air France, Iberia e Lufthansa ligam São Paulo e Rio a Roma e Milão (11h–12h30); voo direto da ITA Airways de São Paulo a Roma. Passagem média: R$ 4.200–8.000 ida e volta; internos Roma–Catânia–Cagliari R$ 150–600.. 4–6 meses antes para junho–setembro; baixa de outubro a março sai por R$ 3.800–5.200.

Itália: é seguro viajar?

Seguro, com furto de carteira e celular em Roma (metrô, Termini, Vaticano), Florença, Nápoles e Milão. Cuidado com falsos "amigos de pulseira" e vendedores de rosas nas praças, com táxis sem taxímetro e com "pegadinhas" de gelato no centro. Em Nápoles e Palermo, tenha atenção nas ruas à noite.

Itália: quais regiões visitar?

Roma e Vaticano (5 dias), Florença e Pisa (4 dias), Toscana: Siena, Chianti e Val d'Orcia (5 dias), Úmbria: Assis, Perugia e Orvieto (3 dias), Veneza, Verona e Pádua (4 dias), Milão e os Lagos (5 dias), Dolomitas (6 dias), Cinque Terre e Ligúria (4 dias). A viagem clássica é Roma (4 dias) + Florença/Toscana (3) + Veneza (2), por trem de alta velocidade (Frecciarossa e Italo): são 10 a 12 dias. Quem tem mais tempo soma Amalfi e Nápoles, as Dolomitas, a Puglia ou a Sicília; as ilhas e o sul pedem carro ou voo.

Fontes oficiais

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