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Resumo rápido

Seul (4–5 dias, com a DMZ) + Gyeongju e Busan (3) + Jeju (3) formam o roteiro clássico de 10 a 14 dias; o trem-bala KTX liga Seul a Busan em 2h40. A Coreia é segura, limpa e eficiente, com transporte público excelente.

Melhor época
abril a maio e setembro a novembro
Documento (brasileiros)
Passaporte válido por 6 meses. Brasileiros têm isenção de visto para turismo e negócios de até 90 dias, mas precisam…
Moeda
Won sul-coreano (KRW)
Custo por dia
R$ 250 a R$ 1.500
Voo do Brasil
R$ 7.000–12.000 ida e volta; internos Seul–Jeju R$ 150–400.
Porta de entrada
Seul

Atualizado em 25 de outubro de 2026. Preços com fonte e data; fontes oficiais no fim da página.

Regiões (5)

Escolha por onde passar: cada região tem melhor época, quantos dias ficar e quanto custa por dia.

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Passeios imperdíveis

Quando ir

Abril e início de maio têm as cerejeiras (sakura), e outubro e novembro as folhas de outono, com 10–22 °C. Jeju é bonita o ano todo; Seoraksan é a estrela do outono.

Evite: Julho e agosto são quentes e úmidos (monção); janeiro e fevereiro chegam a -10 °C (mas é época de esqui em PyeongChang).

Documentos e entrada

Passaporte válido por 6 meses. Brasileiros têm isenção de visto para turismo e negócios de até 90 dias, mas precisam da K-ETA (autorização eletrônica, cerca de ₩ 10.000, válida por 2 anos): peça pelo site ou aplicativo oficial com antecedência. A Coreia isentou temporariamente a K-ETA de alguns países até 31 de dezembro de 2026; confirme se o Brasil está na lista e se a exigência continua. Preencha o cartão de chegada digital (Q-Code) antes do voo.

Até 90 dias.

Remédios com substâncias controladas exigem prescrição e laudo em inglês. Não é permitido fotografar instalações militares.

Dinheiro e câmbio

  • Cartão (inclusive internacional) vale em quase tudo, e o pagamento sem contato é padrão; leve algum dinheiro para mercados e templos.
  • Gorjeta não existe: não deixe.
  • O T-money (cartão de transporte, ₩ 4.000) funciona em metrô, ônibus, táxis e lojas de conveniência.
  • Muitos caixas aceitam cartões estrangeiros apenas em lojas 7-Eleven e Global ATM.

Como economizar

  • Refeição em restaurantes locais custa ₩ 8.000–15.000 (R$ 30–55); street food (tteokbokki, hotteok) ₩ 3.000–5.000.
  • Hostel ₩ 25.000–40.000; hotel 3 estrelas ₩ 100.000–180.000; "gosiwon" e motéis são opções baratas.
  • O Korail Pass (KTX por 3–7 dias) e o cartão T-money economizam.
  • Muitos palácios são grátis ao vestir o hanbok (traje tradicional).

Segurança

País muito seguro, de crime baixo. Cuidado com a fronteira da DMZ (siga as regras) e com o lixo tóxico de alguns picos de poluição (fine dust) na primavera: use máscara. Em Itaewon e Hongdae, evite multidões. Respeite os mais velhos e tire os sapatos em casas e templos.

Perguntas frequentes

Coreia do Sul: qual a melhor época para ir?

De abril a maio e setembro a novembro. Abril e início de maio têm as cerejeiras (sakura), e outubro e novembro as folhas de outono, com 10–22 °C. Jeju é bonita o ano todo; Seoraksan é a estrela do outono. Evite: Julho e agosto são quentes e úmidos (monção); janeiro e fevereiro chegam a -10 °C (mas é época de esqui em PyeongChang).

Coreia do Sul: brasileiro precisa de passaporte ou visto?

Passaporte válido por 6 meses. Brasileiros têm isenção de visto para turismo e negócios de até 90 dias, mas precisam da K-ETA (autorização eletrônica, cerca de ₩ 10.000, válida por 2 anos): peça pelo site ou aplicativo oficial com antecedência. A Coreia isentou temporariamente a K-ETA de alguns países até 31 de dezembro de 2026; confirme se o Brasil está na lista e se a exigência continua. Preencha o cartão de chegada digital (Q-Code) antes do voo. Até 90 dias. Remédios com substâncias controladas exigem prescrição e laudo em inglês. Não é permitido fotografar instalações militares.

Coreia do Sul: quanto custa viajar por dia?

Por pessoa, por dia: cerca de R$ 250 no estilo mochileiro, R$ 600 no médio e R$ 1.500 com conforto (hospedagem, comida, transporte e passeios). Refeição em restaurantes locais custa ₩ 8.000–15.000 (R$ 30–55); street food (tteokbokki, hotteok) ₩ 3.000–5.000.

Coreia do Sul: qual é a moeda e como levar dinheiro?

Won sul-coreano (KRW). Cartão (inclusive internacional) vale em quase tudo, e o pagamento sem contato é padrão; leve algum dinheiro para mercados e templos. Gorjeta não existe: não deixe.

Coreia do Sul: como chegar saindo do Brasil?

Não há voo direto do Brasil: conexões via Doha, Dubai, Istambul, Frankfurt, Paris ou Estados Unidos, em 24h a 32h; a Korean Air e a Asiana ligam a Coreia ao mundo. Passagem média: R$ 7.000–12.000 ida e volta; internos Seul–Jeju R$ 150–400.. 5–7 meses antes para abril–maio e outubro–novembro.

Coreia do Sul: é seguro viajar?

País muito seguro, de crime baixo. Cuidado com a fronteira da DMZ (siga as regras) e com o lixo tóxico de alguns picos de poluição (fine dust) na primavera: use máscara. Em Itaewon e Hongdae, evite multidões. Respeite os mais velhos e tire os sapatos em casas e templos.

Coreia do Sul: quais regiões visitar?

Seul e a DMZ (6 dias), Gangwon: Seoraksan, Nami e Sokcho (3 dias), Busan e Gyeongju (4 dias), Ilha de Jeju (4 dias), Jeolla: Jeonju e o litoral sul (3 dias). Seul (4–5 dias, com a DMZ) + Gyeongju e Busan (3) + Jeju (3) formam o roteiro clássico de 10 a 14 dias; o trem-bala KTX liga Seul a Busan em 2h40. A Coreia é segura, limpa e eficiente, com transporte público excelente.

Fontes oficiais

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