NOMADIA Revista grátisBaixar revista grátis

Resumo rápido

Budapeste (3–4 dias) é o centro da viagem, com banhos termais, ruin bars e o Parlamento; bate-voltas levam à Curva do Danúbio, a Eger (vinhos) e ao lago Balaton. Trens e ônibus são baratos e frequentes.

Melhor época
abril a junho, setembro e dezembro
Documento (brasileiros)
Passaporte válido (brasileiros não precisam de visto para turismo até 90 dias no espaço Schengen). O ETIAS…
Moeda
Florim húngaro (HUF)
Custo por dia
R$ 250 a R$ 1.400
Voo do Brasil
R$ 4.500–8.000 ida e volta.
Porta de entrada
Budapeste

Atualizado em 25 de outubro de 2026. Preços com fonte e data; fontes oficiais no fim da página.

Regiões (4)

Escolha por onde passar: cada região tem melhor época, quantos dias ficar e quanto custa por dia.

Ler a revista de Hungria grátis

Passeios imperdíveis

Quando ir

Maio–junho e setembro têm 18–26 °C; os banhos termais ficam bons no inverno também. Dezembro tem os mercados de Natal de Budapeste.

Evite: Julho e agosto são muito quentes (35 °C); o Festival Sziget (agosto) lota a cidade.

Documentos e entrada

Passaporte válido (brasileiros não precisam de visto para turismo até 90 dias no espaço Schengen). O ETIAS (autorização eletrônica de € 20 para isentos de visto) foi adiado: ainda não está em vigor e o lançamento mais provável é em 2027; confirme em travel-europe.europa.eu/etias antes de viajar. O sistema de entrada e saída (EES) registra digital e foto. A imigração pode pedir reserva de hotel, passagem de volta e comprovação de recursos.

Até 90 dias a cada 180 no espaço Schengen (conta todos os países juntos).

A Hungria faz parte de Schengen, mas usa o florim (HUF), não o euro.

Dinheiro e câmbio

  • Evite casas de câmbio de rua e as da Váci utca: saque em caixas de bancos em florins, recusando a conversão para reais.
  • Muitos restaurantes cobram 10–15% de serviço ("szervizdíj") na conta: confira antes de dar gorjeta.
  • Táxis de rua em Budapeste costumam fraudar: use Bolt ou Főtaxi.
  • Lángos (pão frito) custa HUF 1.500–2.500.

Como economizar

  • Hotel 3 estrelas € 60–110; um dos destinos mais baratos da Europa Central.
  • Os banhos de Széchenyi custam HUF 13.200 em dias úteis (2026) e HUF 14.800 no fim de semana; o "Good Morning" antes das 9h custa HUF 10.500.
  • O Budapest Card (€ 30–50) dá transporte e entrada em museus.
  • Gulyás e lángos são baratos; vinhos de Tokaj e Eger valem a pena.

Segurança

País seguro. Cuidado com furtos de carteira em Budapeste e com golpes de bares perto da Váci utca (cobrança de contas altas); peça o cardápio com preços antes. Táxi de rua pode cobrar o triplo: use aplicativos.

Perguntas frequentes

Hungria: qual a melhor época para ir?

De abril a junho, setembro e dezembro. Maio–junho e setembro têm 18–26 °C; os banhos termais ficam bons no inverno também. Dezembro tem os mercados de Natal de Budapeste. Evite: Julho e agosto são muito quentes (35 °C); o Festival Sziget (agosto) lota a cidade.

Hungria: brasileiro precisa de passaporte ou visto?

Passaporte válido (brasileiros não precisam de visto para turismo até 90 dias no espaço Schengen). O ETIAS (autorização eletrônica de € 20 para isentos de visto) foi adiado: ainda não está em vigor e o lançamento mais provável é em 2027; confirme em travel-europe.europa.eu/etias antes de viajar. O sistema de entrada e saída (EES) registra digital e foto. A imigração pode pedir reserva de hotel, passagem de volta e comprovação de recursos. Até 90 dias a cada 180 no espaço Schengen (conta todos os países juntos). A Hungria faz parte de Schengen, mas usa o florim (HUF), não o euro.

Hungria: quanto custa viajar por dia?

Por pessoa, por dia: cerca de R$ 250 no estilo mochileiro, R$ 580 no médio e R$ 1.400 com conforto (hospedagem, comida, transporte e passeios). Hotel 3 estrelas € 60–110; um dos destinos mais baratos da Europa Central.

Hungria: qual é a moeda e como levar dinheiro?

Florim húngaro (HUF). Evite casas de câmbio de rua e as da Váci utca: saque em caixas de bancos em florins, recusando a conversão para reais. Muitos restaurantes cobram 10–15% de serviço ("szervizdíj") na conta: confira antes de dar gorjeta.

Hungria: como chegar saindo do Brasil?

Não há voo direto do Brasil: conexões via Frankfurt, Munique, Paris, Lisboa ou Istambul, em 14h a 18h; a Wizz Air liga Budapeste à Europa a preços baixos. Passagem média: R$ 4.500–8.000 ida e volta.. 4–6 meses antes.

Hungria: é seguro viajar?

País seguro. Cuidado com furtos de carteira em Budapeste e com golpes de bares perto da Váci utca (cobrança de contas altas); peça o cardápio com preços antes. Táxi de rua pode cobrar o triplo: use aplicativos.

Hungria: quais regiões visitar?

Budapeste (4 dias), Curva do Danúbio: Szentendre, Visegrád e Esztergom (2 dias), Eger, Tokaj e Hollókő (3 dias), Lago Balaton e Hévíz (3 dias). Budapeste (3–4 dias) é o centro da viagem, com banhos termais, ruin bars e o Parlamento; bate-voltas levam à Curva do Danúbio, a Eger (vinhos) e ao lago Balaton. Trens e ônibus são baratos e frequentes.

Fontes oficiais

Lista de lançamento

Vai para Hungria? Leve o guia no bolso.

No app você monta a viagem por Hungria região por região, salva offline, divide os gastos com o grupo e carimba cada lugar no passaporte.

Quem está na lista recebe o aviso primeiro e o preço de lançamento dos planos.