Resumo rápido
Budapeste (3–4 dias) é o centro da viagem, com banhos termais, ruin bars e o Parlamento; bate-voltas levam à Curva do Danúbio, a Eger (vinhos) e ao lago Balaton. Trens e ônibus são baratos e frequentes.
- Melhor época
- abril a junho, setembro e dezembro
- Documento (brasileiros)
- Passaporte válido (brasileiros não precisam de visto para turismo até 90 dias no espaço Schengen). O ETIAS…
- Moeda
- Florim húngaro (HUF)
- Custo por dia
- R$ 250 a R$ 1.400
- Voo do Brasil
- R$ 4.500–8.000 ida e volta.
- Porta de entrada
- Budapeste
Atualizado em 25 de outubro de 2026. Preços com fonte e data; fontes oficiais no fim da página.
Regiões (4)
Escolha por onde passar: cada região tem melhor época, quantos dias ficar e quanto custa por dia.
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Budapeste
Parlamento, banhos termais, Castelo de Buda e ruin bars
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Curva do Danúbio: Szentendre, Visegrád e Esztergom
Vilas de artistas, a fortaleza sobre o rio e a maior basílica do país
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Eger, Tokaj e Hollókő
Vinhos Bull's Blood, o vinho Tokaji e uma vila-museu
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Lago Balaton e Hévíz
O maior lago da Europa Central, vilas com adegas e o lago termal de Hévíz
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Passeios imperdíveis
Parlamento Húngaro
HistóriaBudapesteO prédio neogótico de 1904 às margens do Danúbio, o maior da Hungria, com a Coroa de Santo Estêvão. A visita guiada é a atração mais concorrida.
≈ R$ 140 por pessoa · estimativa
Banhos Széchenyi
NaturezaBudapesteO maior complexo termal da Europa, de 1913, com piscinas externas de 38 °C em um palácio neobarroco amarelo. Um dos programas mais famosos da cidade.
≈ R$ 220 por pessoa · estimativa
Castelo de Buda e o Bastião dos Pescadores
HistóriaBudapesteO complexo real em colina sobre o Danúbio, com a Igreja de Matias, o Bastião dos Pescadores e a Galeria Nacional.
≈ R$ 80 por pessoa · estimativa
Ruin bars: Szimpla Kert e o bairro judeu
NoiteBudapesteBares montados em prédios em ruínas, decorados com sucata e arte, no 7º distrito. O Szimpla Kert é o pioneiro.
≈ R$ 90 por pessoa · estimativa
Cruzeiro noturno pelo Danúbio
PasseioBudapestePasseio de 1 hora com o Parlamento, o castelo e as pontes iluminados. O melhor modo de ver Budapeste à noite.
≈ R$ 110 por pessoa · estimativa
Eger: castelo e o Vale das Mulheres Bonitas
VinhosEger, Tokaj e HollókőA cidade barroca, o castelo que resistiu aos otomanos em 1552 e o Szépasszony-völgy, vale de adegas onde se prova o Egri Bikavér ("Sangue de Touro").
≈ R$ 100 por pessoa · estimativa
Banhos Gellért
NaturezaBudapesteBanhos art nouveau de 1918 no sopé da Colina Gellért, com piscinas internas de mosaicos e azulejos.
≈ R$ 200 por pessoa · estimativa
Mercado Central e o lángos
GastronomiaBudapesteO mercado coberto de 1897, com páprica, salame húngaro, foie gras e, no piso superior, lángos e gulyás.
≈ R$ 60 por pessoa · estimativa
Casa do Terror
HistóriaBudapesteO museu da ocupação nazista e comunista, no antigo quartel da polícia secreta. Visita impactante.
≈ R$ 80 por pessoa · estimativa
Ópera Estatal Húngara
NoiteBudapesteO teatro neorrenascentista de 1884, com ingressos de ópera e balé a preços muito mais baixos que em Viena.
≈ R$ 140 por pessoa · estimativa
Szentendre, a vila dos artistas
CulturaCurva do Danúbio: Szentendre, Visegrád e EsztergomA vila barroca de casas coloridas, galerias e museus de marzipã, a 40 minutos de Budapeste.
≈ R$ 70 por pessoa · estimativa
Fortaleza de Visegrád
HistóriaCurva do Danúbio: Szentendre, Visegrád e EsztergomA cidadela do século XIII sobre uma curva do Danúbio, com vista de cartão-postal e o palácio real renascentista.
≈ R$ 70 por pessoa · estimativa
Quando ir
Maio–junho e setembro têm 18–26 °C; os banhos termais ficam bons no inverno também. Dezembro tem os mercados de Natal de Budapeste.
Evite: Julho e agosto são muito quentes (35 °C); o Festival Sziget (agosto) lota a cidade.
Documentos e entrada
Passaporte válido (brasileiros não precisam de visto para turismo até 90 dias no espaço Schengen). O ETIAS (autorização eletrônica de € 20 para isentos de visto) foi adiado: ainda não está em vigor e o lançamento mais provável é em 2027; confirme em travel-europe.europa.eu/etias antes de viajar. O sistema de entrada e saída (EES) registra digital e foto. A imigração pode pedir reserva de hotel, passagem de volta e comprovação de recursos.
Até 90 dias a cada 180 no espaço Schengen (conta todos os países juntos).
A Hungria faz parte de Schengen, mas usa o florim (HUF), não o euro.
Dinheiro e câmbio
- Evite casas de câmbio de rua e as da Váci utca: saque em caixas de bancos em florins, recusando a conversão para reais.
- Muitos restaurantes cobram 10–15% de serviço ("szervizdíj") na conta: confira antes de dar gorjeta.
- Táxis de rua em Budapeste costumam fraudar: use Bolt ou Főtaxi.
- Lángos (pão frito) custa HUF 1.500–2.500.
Como economizar
- Hotel 3 estrelas € 60–110; um dos destinos mais baratos da Europa Central.
- Os banhos de Széchenyi custam HUF 13.200 em dias úteis (2026) e HUF 14.800 no fim de semana; o "Good Morning" antes das 9h custa HUF 10.500.
- O Budapest Card (€ 30–50) dá transporte e entrada em museus.
- Gulyás e lángos são baratos; vinhos de Tokaj e Eger valem a pena.
Segurança
País seguro. Cuidado com furtos de carteira em Budapeste e com golpes de bares perto da Váci utca (cobrança de contas altas); peça o cardápio com preços antes. Táxi de rua pode cobrar o triplo: use aplicativos.
Perguntas frequentes
Hungria: qual a melhor época para ir?
De abril a junho, setembro e dezembro. Maio–junho e setembro têm 18–26 °C; os banhos termais ficam bons no inverno também. Dezembro tem os mercados de Natal de Budapeste. Evite: Julho e agosto são muito quentes (35 °C); o Festival Sziget (agosto) lota a cidade.
Hungria: brasileiro precisa de passaporte ou visto?
Passaporte válido (brasileiros não precisam de visto para turismo até 90 dias no espaço Schengen). O ETIAS (autorização eletrônica de € 20 para isentos de visto) foi adiado: ainda não está em vigor e o lançamento mais provável é em 2027; confirme em travel-europe.europa.eu/etias antes de viajar. O sistema de entrada e saída (EES) registra digital e foto. A imigração pode pedir reserva de hotel, passagem de volta e comprovação de recursos. Até 90 dias a cada 180 no espaço Schengen (conta todos os países juntos). A Hungria faz parte de Schengen, mas usa o florim (HUF), não o euro.
Hungria: quanto custa viajar por dia?
Por pessoa, por dia: cerca de R$ 250 no estilo mochileiro, R$ 580 no médio e R$ 1.400 com conforto (hospedagem, comida, transporte e passeios). Hotel 3 estrelas € 60–110; um dos destinos mais baratos da Europa Central.
Hungria: qual é a moeda e como levar dinheiro?
Florim húngaro (HUF). Evite casas de câmbio de rua e as da Váci utca: saque em caixas de bancos em florins, recusando a conversão para reais. Muitos restaurantes cobram 10–15% de serviço ("szervizdíj") na conta: confira antes de dar gorjeta.
Hungria: como chegar saindo do Brasil?
Não há voo direto do Brasil: conexões via Frankfurt, Munique, Paris, Lisboa ou Istambul, em 14h a 18h; a Wizz Air liga Budapeste à Europa a preços baixos. Passagem média: R$ 4.500–8.000 ida e volta.. 4–6 meses antes.
Hungria: é seguro viajar?
País seguro. Cuidado com furtos de carteira em Budapeste e com golpes de bares perto da Váci utca (cobrança de contas altas); peça o cardápio com preços antes. Táxi de rua pode cobrar o triplo: use aplicativos.
Hungria: quais regiões visitar?
Budapeste (4 dias), Curva do Danúbio: Szentendre, Visegrád e Esztergom (2 dias), Eger, Tokaj e Hollókő (3 dias), Lago Balaton e Hévíz (3 dias). Budapeste (3–4 dias) é o centro da viagem, com banhos termais, ruin bars e o Parlamento; bate-voltas levam à Curva do Danúbio, a Eger (vinhos) e ao lago Balaton. Trens e ônibus são baratos e frequentes.
Fontes oficiais
- Visit Hungary (turismo oficial) (nacional)
- Portal Consular do Itamaraty — regras para brasileiros (nacional)
- Parlamento da Hungria (ingressos) (regional)
- BKK (transporte de Budapeste) (regional)
- MÁV (trens) (nacional)
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